Começou num quarto, com uma máquina de costura emprestada e a ideia de fazer roupa que durasse mais do que uma estação.

Hoje o Atelier da Nazaré ocupa uma loja no centro, com duas costureiras e coleções que saem duas vezes por ano. Os sete saios da Nazaré, que a avó usava, aparecem reinterpretados em peças de uso diário — não como fantasia, mas como referência.

“Não queria fazer lembranças para turistas”, explica quem fundou o atelier. “Queria fazer roupa que as pessoas da terra também vestissem.”

É isso que se vê ao entrar: clientes da vila ao lado de quem está de passagem, a escolher as mesmas peças.